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Olá, tudo bem? Sou Victor Lyra de Souza, designer gráfico e produtor musical. Apesar de muitos acharem incomum, na minha concepção, uma área completa a outra, superlativizando a sensibilidade em ambas.

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Tenho ênfase em marca, apesar de dominar outras áreas do design como a parte de papelaria em geral. Na área de web, atuo especificamente com o layout de sites. Na produção musical, também tenho bastante experiência, desde a composição de jingles, vinhetas em qualquer estilo musical, até a produção de um CD profissional completo.

b-frits

Design gráfico, Marca

Link par ao projeto no Behance.

Projeto Evelyn Costa

Publicidade, Design gráfico, Música

Link para o projeto no behance.

A série portfólio do leitor traz portfólios de estudantes, entusiastas, profissionais e amadores do universo criativo. Se você também gostaria de ter o seu portfólio publicado, fique atento às instruções: Entre em contato enviando um texto contando um pouco da sua história e o link do seu portfólio. Até a próxima!

2 Comentários

  1. Vocês poderiam fazer uma curadoria antes de postar qualquer portfólio. Isso daí não é design. Isso é no máximo comunicação visual. De olho dá pra ver que não existe grid, hierarquia, conhecimento de tipografia, simplicidade e, o mais importante, bom gosto. É nível de trabalho de faculdade. Pelo site sem chamar “Clube do Design”, espera-se ver design de fato por aqui. Mas não é o caso. Tá mais pra “Clube de Direção de Arte de Agência”.

    • Oi Bernardo, dá uma lida na nossa seção “Sobre” para entender sobre o trabalho do Clube do Design. O mesmo vale para a série Portfólio do leitor.
      O Clube do Design não é um “clube de profissionais de design” mas sim um local de aprendizado e compartilhamento de conhecimento. O nosso objetivo é instruir as pessoas que simpatizam com a carreira criativa, e que desejam conhecer a profissão e se profissionalizar. Fazemos no nosso papel instruindo e dando um norte para as pessoas que ainda não tem experiência. Em outras palavras: estamos fazendo a nossa parte para moldar o mercado de trabalho e reduzir o número de pessoas que não conhecem a profissão e, por isso, acabam não tendo a oportunidade de se desenvolver.
      Sabemos o quanto é frequente no meio criativo a crítica e a constante indignação com os intitulados “sobrinhos” ou “micreiros”, e eu estou justamente fazendo a minha parte, no lugar de ficar estático, apenas reclamando, estou dando a oportunidade para estas pessoas conhecerem a profissão, e saberem que o que fazem pode ser muito melhor e ajudar o mercado de trabalho.
      Um abraço!

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